Polícia Civil RJ: 1.000 vagas

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, reforçou, na última quinta-feira, 11 de abril, a realização do novo concurso público da PC RJ (Polícia Civil do Rio de Janeiro). Na ocasião, reconheceu que a corporação trabalha com um terço do efetivo e confirmou que a seleção deverá contar com uma oferta de aproximadamente 1.000 vagas, sendo 180 para delegados e 820 para outras carreiras.

Em março, o secretário da corporação, Marcus Vinicius Braga, em declaração para a Rádio CBN, disse que os editais deverão ser publicados até julho. Oficialmente, a corporação conta com 96 vagas autorizadas, uma vez que o governador ainda não divulgou autorização formal para as 1.000 oportunidades anunciadas.

Cargos oferecidos

O secretário da Polícia Civil já havia confirmado que as oportunidades serão para os cargos de delegados, agentes e peritos. A distribuição das vagas por cargos ainda será confirmada. Nos três casos, para concorrer será necessário possuir formação de nível superior. A remuneração inicial do perito é de R$ 8.469,34, enquanto para delegado é de R$ 18.157,73, já considerando auxílio-alimentação de R$ 264. “O governador já autorizou. A comissão já se reuniu ontem e já deu início aos estudos para a elaboração do edital”, disse o secretário.

O órgão já contava com concurso autorizado, desde 27 de junho de 2018, para o preenchimento de 96 vagas, sendo seis para auxiliar de necropsia, quatro de técnico de necropsia, 20 para perito legista, 50 para inspetor e 16 para delegado. Agora, deverá ser confirmado se a quantidade de vagas para os cargos anunciados será mantida.

Vale lembrar que, embora a autorização fosse para o preenchimento de 16 vagas, a oferta ainda pode sofrer alteração, tendo em vista que o estado se encontra sob ação de medida protetiva. Com isto, somente pode realizar concursos públicos para suprir necessidades surgidas em casos de aposentadorias, mortes ou exonerações a partir de setembro, quando o estado entrou no regime de recuperação.

Curso para Delegado

De acordo com o secretário da casa civil, José Luis Zamith, o estudo para o novo concurso agora deverá ser enviado para o Conselho de Regime de Recuperação Fiscal, no sentido de comprovar que a contaração dos servidores não acarretará em desequilíbrio financeiro.

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